
Notícias
01/07/2009Uma ideia que pode valer um gol de placa - Elias Roma Filho
01/07/2009
Publicado no Diario de Pernambuco - 01.07.2009
eliasromafilho@hotmail.com
A ideia parte de um fato simples. Basta rolar uma bola e logo dezenas de crianças estarão correndo atrás dela. Foi sobre esse poder de atração da bola que se desenvolveu em São Paulo um dos mais audaciosos e vitoriosos programas de integração social de crianças e adolescentes. O exemplo inspira um ex-craque do futebol pernambucano. Luciano Veloso procurou o Ministério Público de Pernambuco em busca de apoio para a viabilização de um projeto inspirado na Associação dos Craques de Sempre, que na capital paulista atende a cerca de 40 mil crianças e adolescentes.
Preocupado com o alto índice de menores abandonados e adolescentes que estão sem opção de uma vida digna e de perspectivas positivas, Luciano Veloso conversou com o procurador geral de Justiça, Paulo Varejão e com o subprocurador Itabira Brito, em busca de credibilidade ao projeto que pretende implantar em Pernambuco, para atender jovens da Região Metropolitana e posteriormente chegarao interior.
A meta é valer-se do esporte para atrair alunos carentes do ensino fundamental para uma nova realidade. Ou seja, tirá-los das ruas de forma voluntária, afastá-los de influências negativas e integrá-los em programa de lazer, que tem como meta contribuir para a promoção do seu desenvolvimento pessoal e social. Destinado a alunos da 1ª a 8ª séries e tendo como pré-requisito a frequência à escola, o projeto buscará apoio das instituições oficiais e empresas privadas de Pernambuco, que permitirá oferecer complementação educacional com atividades livres de esportes e recreação direcionadas ao fortalecimento dos valores sociais, convivência, auto-estima, liderança, disciplina e solidariedade e pela paz, contra a violência, pelo respeito e a tolerância e contra as drogas.
A criação da Associação dos Craques de Sempre no Recife é mais um estímulo à prática esportiva. Não existe a preocupação de formar campeões em qualquer modalidade, embora isso possa ocorrer naturalmente, mas somente formar cidadãos ativos. Sob o enfoque de uma política pública que pretende atender um número grande de jovens, possibilitando-lhes inclusão social e um futuro com chances de se manter no contexto geral da sociedade pernambucana, a futura associação que se pretende criar vislumbra uma perspectiva positiva e de esperança para as próximas gerações.
O primeiro passo foi dado e cabe ao Ministério Público de Pernambuco convocar outras instituições como o Tribunal de Justiça de Pernambuco e o governo do estado, para que com respaldo de empresas pernambucanas, se inspirem no exemplo já existente em São Paulo, para que seguindo toda tramitação legal, a futura Associação ou a Cooperativa de Trabalho de Esportistas Práticos, como sugere o ex-craque Luciano Veloso, possa sair do papel para dar início a uma nova página da inclusão social no estado.
Esse projeto é tão importante quanto ao trabalho idealizado pelo desembargador Nildo Nery e juiz João Targino, e colaboradores com a criação da Orquestra Criança Cidadã, formada por crianças pobres da comunidade do Coque, servindo de exemplo para outras cidades brasileiras, tendo como a música, uma opção de mudar para melhor a vida de jovens carentes.
eliasromafilho@hotmail.com
A ideia parte de um fato simples. Basta rolar uma bola e logo dezenas de crianças estarão correndo atrás dela. Foi sobre esse poder de atração da bola que se desenvolveu em São Paulo um dos mais audaciosos e vitoriosos programas de integração social de crianças e adolescentes. O exemplo inspira um ex-craque do futebol pernambucano. Luciano Veloso procurou o Ministério Público de Pernambuco em busca de apoio para a viabilização de um projeto inspirado na Associação dos Craques de Sempre, que na capital paulista atende a cerca de 40 mil crianças e adolescentes.
Preocupado com o alto índice de menores abandonados e adolescentes que estão sem opção de uma vida digna e de perspectivas positivas, Luciano Veloso conversou com o procurador geral de Justiça, Paulo Varejão e com o subprocurador Itabira Brito, em busca de credibilidade ao projeto que pretende implantar em Pernambuco, para atender jovens da Região Metropolitana e posteriormente chegarao interior.
A meta é valer-se do esporte para atrair alunos carentes do ensino fundamental para uma nova realidade. Ou seja, tirá-los das ruas de forma voluntária, afastá-los de influências negativas e integrá-los em programa de lazer, que tem como meta contribuir para a promoção do seu desenvolvimento pessoal e social. Destinado a alunos da 1ª a 8ª séries e tendo como pré-requisito a frequência à escola, o projeto buscará apoio das instituições oficiais e empresas privadas de Pernambuco, que permitirá oferecer complementação educacional com atividades livres de esportes e recreação direcionadas ao fortalecimento dos valores sociais, convivência, auto-estima, liderança, disciplina e solidariedade e pela paz, contra a violência, pelo respeito e a tolerância e contra as drogas.
A criação da Associação dos Craques de Sempre no Recife é mais um estímulo à prática esportiva. Não existe a preocupação de formar campeões em qualquer modalidade, embora isso possa ocorrer naturalmente, mas somente formar cidadãos ativos. Sob o enfoque de uma política pública que pretende atender um número grande de jovens, possibilitando-lhes inclusão social e um futuro com chances de se manter no contexto geral da sociedade pernambucana, a futura associação que se pretende criar vislumbra uma perspectiva positiva e de esperança para as próximas gerações.
O primeiro passo foi dado e cabe ao Ministério Público de Pernambuco convocar outras instituições como o Tribunal de Justiça de Pernambuco e o governo do estado, para que com respaldo de empresas pernambucanas, se inspirem no exemplo já existente em São Paulo, para que seguindo toda tramitação legal, a futura Associação ou a Cooperativa de Trabalho de Esportistas Práticos, como sugere o ex-craque Luciano Veloso, possa sair do papel para dar início a uma nova página da inclusão social no estado.
Esse projeto é tão importante quanto ao trabalho idealizado pelo desembargador Nildo Nery e juiz João Targino, e colaboradores com a criação da Orquestra Criança Cidadã, formada por crianças pobres da comunidade do Coque, servindo de exemplo para outras cidades brasileiras, tendo como a música, uma opção de mudar para melhor a vida de jovens carentes.
