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08/05/2009Um pequeno giro pela Itália... I - Lúcia Noya Galvão
08/05/2009
Publicado na Folha de Pernambuco - 08.05.2009
Minhas viagens para a Europa têm começado, já há alguns anos, por Portugal, já que pela Tap - Transportes Aéreos Portugueses e vai direto do Recife para Lisboa. E assim, já há alguns anos, sempre assisto a missa do dia 25 de dezembro em Fátima. Nas últimas férias, depois de Portugal, fui a Croácia, também pela Tap. Lá as malas grandes ficaram e de ônibus fui a Eslovênia, de onde, também, de ônibus, fui rever Trieste, cidade italiana.
Em Trieste fiquei num hotel antigo por fora, inclusive com lareira, e por dentro, mas moderno demais no quarto. Lá fiz, pela segunda vez, um cititour, andando pela cidade. Assim, partindo da praça da Unidade da Itália, fui à praça Pequena, às igrejas de Santa Maria Maggiore e San Silvestro, ao arco/portão de Ricardo, às vias de Bora e da Catedral de São Justo, com o campanário e o batistério, ao monumento em homenagem aos heróis da Primeira Grande Guerra Mundial.
Também estive na escadaria Giuseppe Rota, no teatro Romano, nas vias Dante e Nicolo, na praça e na Igreja de Santo Antônio, onde fui a um restaurante muito agradável, Al Barattolo, na praça da Bolsa, com o belo palácio a ela erguido, no teatro Verdi, que tem muita semelhança com o teatro Scala, de Milão, na galeria Tergesteo, com seu tradicinal café, no gueto hebraico. Vi ainda as estátuas de Jayme Joyce (poeta irlandês) e Umberto Saba (poeta italiano), inseridas, como hoje se faz no mundo inteiro, no meio da vida das cidades.
O tempo foi curto e não deu para ver muito mais, além de se passear de ônibus e de bonde, o que se faz com bilhetes comprados e com duração marcada. De Trieste segui para conhecer Udine, cidade onde Zico, jogador brasileiro, jogou e onde ainda deixou recordações dos seus feitos futebolísticos. Cidade linda e histórica, como são quase todas na Itália. Lá vi praças, lojas e castelo (o referencial, o postal da cidade), galerias, palácios e igrejas, inclusive o Duomo.
De Udine segui para Aquileia, onde a guia, mostrou o caminho percorrido pelos romanos e onde conheci a Basílica, com um campanário de 73 metros e seu batistério, onde o batismo é feito por imersão. A igreja belíssima conserva um complexo pavimentado de mosaico, o mais extraordinário do mundo segundo eles mesmo dizem e um dos mais belos que vi até hoje. De lá uma rápida passagem por Grado e volta à Udine, de onde segui para mais um pequeno giro pela Itália ...
