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04/06/2009Presidente da OAB-PE abre Fenalaw 2009
04/06/2009
O presidente da OAB-PE, Jayme Asfora, participou, na última quinta-feira (04.06), no Mar Hotel, da abertura do Congresso e Exposição para Advogados - Fenalaw 2009. O evento – que contou com o apoio da OAB-PE - teve como objetivo discutir as tendências do mercado jurídico e ainda apresentar produtos e serviços, soluções e novidades para escritórios, advogados e departamentos jurídicos. Estiveram presentes à abertura, a presidente da Fenalaw, Anna Luiza Boranga; a presidente do Instituto Pernambucano de Estudos Tributários (IPET), Mary Elbe Queiroz; a diretora do Centro de Estudos das Sociedades de Advogados (CESA), Mariana Matos de Oliveira; além do advogado e membro do conselho diretor do CESA, João Humberto Martorelli.
Na ocasião, o presidente da OAB-PE ministrou a palestra de abertura oficial do evento sobre o tema “O Mercado da Advocacia”. Ele defendeu o Exame de Ordem e o comprometimento oferecido pelos escritórios como pontos fundamentais para uma melhor qualificação do mercado. “O Exame de Ordem é bastante importante para filtrar os melhores profissionais para o mercado. O Brasil é o terceiro país do mundo em número de advogados. São 2.500 advogados novos por ano. É preciso que os escritórios de advocacia se modernizem buscando capacitação e especialização para enfrentar o mercado jurídico”, falou Asfora.
Ele também defendeu que os advogados pernambucanos tenham um piso salarial condizente com a classe e se mostrou aberto para debater o assunto com a categoria. “Para fortalecer o mercado local é preciso criar uma tabela de honorários no âmbito da OAB e criar um piso salarial justo para os advogados”, disse.
Na ocasião, o presidente da OAB-PE ministrou a palestra de abertura oficial do evento sobre o tema “O Mercado da Advocacia”. Ele defendeu o Exame de Ordem e o comprometimento oferecido pelos escritórios como pontos fundamentais para uma melhor qualificação do mercado. “O Exame de Ordem é bastante importante para filtrar os melhores profissionais para o mercado. O Brasil é o terceiro país do mundo em número de advogados. São 2.500 advogados novos por ano. É preciso que os escritórios de advocacia se modernizem buscando capacitação e especialização para enfrentar o mercado jurídico”, falou Asfora.
Ele também defendeu que os advogados pernambucanos tenham um piso salarial condizente com a classe e se mostrou aberto para debater o assunto com a categoria. “Para fortalecer o mercado local é preciso criar uma tabela de honorários no âmbito da OAB e criar um piso salarial justo para os advogados”, disse.
