OAB-PE sedia audiência pública do Fórum Estadual de Saúde Suplementar

Notícias

21/03/2012

OAB-PE sedia audiência pública do Fórum Estadual de Saúde Suplementar

21/03/2012
OAB-PE sedia audiência pública do Fórum Estadual de Saúde Suplementar

Foi realizado, nesta quarta-feira (21), no auditório da OAB-PE,  a audiência pública do Fórum Estadual de Saúde Suplementar. Estiveram presidentes o presidente da OAB-PE, Henrique Mariano; a coordenadora do fórum, defensora pública e membro da Comissão de Direito ao Consumidor da OAB-PE, Cristina Sakaki; a promotora do Ministério Público de Pernambuco, Liliane Fonseca; a representante da Associação Médica de Pernambuco, Silvia da Costa; a presidente do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco, Helena Carneiro Leão; e a representante da Agência Nacional de Saúde (ANS) em Pernambuco, Cintia Beltrão. Ainda na audiência estiveram presentes os presidentes da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abrange) Flávio Wanderley, e do Sindicato dos Hospitais de Pernambuco (Sindhosp), Mardônio Quintas, além de representantes do Procon e da Adeccon. 

Segundo Mariano, existe hoje um impasse entre os hospitais e as operadoras devido à baixa remuneração pelos serviços prestados, já que a tabela de custos não é atualizada há mais de 15 anos. O problema é agravado pela superlotação das unidades hospitalares. Em Pernambuco, 32 hospitais atendem a 1,6 milhão de usuários dos convênios médicos - o que vem gerando riscos para os usuários.  Devido a esse problema, as unidades de saúde ameaçaram os planos com um descredenciamento em massa, o que também prejudicaria os usuários. "Pensando no paciente, no usuário dos serviços de saúde, nós da OAB-PE esperamos que uma solução rápida e eficiente seja encontrada para sanar o problema e nos dispomos a intermediar o diálogo entre os hospitais e as operadoras", ressaltou ele durante o encontro. 

Cristina Sakaki também ressaltou a importância de não permitir que os pacientes sejam prejudicados: “O descredenciamento irá prejudicar diretamente aos usuários do serviço. O problema no atendimento pertence hoje a todas as operadoras do Estado. É realmente necessário encontrar uma solução para o problema”, concluiu a defensora. 




Voltar