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11/07/2009OAB acompanhou júri de PMs acusados de torturar: um condenado
11/07/2009
Fonte: Conselho Federal da OAB
O integrante da Comissão Nacional de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Dálio Zippin, que acompanhou o julgamento dos cinco policiais militares acusados de torturar e executar dois brasilienses no interior da Bahia, informou hoje (10) ao Conselho Federal da OAB que o tenente Alexandre César Freire Lima foi condenado a doze anos de reclusão pelo crime. Dálio Zippin acompanhou o julgamento, que terminou às 2h da madrugada de hoje (10), como representante da OAB, em São Desidério, município de Barreiras (BA). O caso, ocorrido em 1998, se arrastava há 11 anos na Justiça.
Os policiais baianos foram denunciados pelas mortes do policial civil do DF, Jésus Antônio de Oliveira, e do técnico do Ministério da Fazenda, Daniel Pereira da Silva. Além do tenente Alexandre Freire Lima, responderam ao processo o sargento Paulo Tasso Costa e os soldados Carlos Alberto Ribeiro Nunes, Reinaldo Silva dos Santos e Ronaldo Silva dos Santos, da PM de Barreiras.
Dálio Zippin informou que apelou com relação à absolvição dos demais réus, juntamente com o advogado do tenente e o promotor de Justiça que acompanhou o caso. Além do desfecho demorado, o processo chamou a atenção pelos vários imprevistos.
O primeiro julgamento acabou suspenso quatro minutos antes do início. O advogado de um dos réus alegou uma cirurgia dentária para justificar a falta. O júri ficou para março deste ano. Mas a intimidação de testemunhas por policiais armados nos arredores da comarca adiou a definição. A terceira tentativa, em junho, ficou sem desfecho após dois dias de trabalho. Um jurado passou mal.
Os policiais baianos foram denunciados pelas mortes do policial civil do DF, Jésus Antônio de Oliveira, e do técnico do Ministério da Fazenda, Daniel Pereira da Silva. Além do tenente Alexandre Freire Lima, responderam ao processo o sargento Paulo Tasso Costa e os soldados Carlos Alberto Ribeiro Nunes, Reinaldo Silva dos Santos e Ronaldo Silva dos Santos, da PM de Barreiras.
Dálio Zippin informou que apelou com relação à absolvição dos demais réus, juntamente com o advogado do tenente e o promotor de Justiça que acompanhou o caso. Além do desfecho demorado, o processo chamou a atenção pelos vários imprevistos.
O primeiro julgamento acabou suspenso quatro minutos antes do início. O advogado de um dos réus alegou uma cirurgia dentária para justificar a falta. O júri ficou para março deste ano. Mas a intimidação de testemunhas por policiais armados nos arredores da comarca adiou a definição. A terceira tentativa, em junho, ficou sem desfecho após dois dias de trabalho. Um jurado passou mal.
