Novos advogados prestam juramento durante solenidade

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24/10/2011

Novos advogados prestam juramento durante solenidade

24/10/2011
Novos advogados prestam juramento durante solenidade

A OAB-PE realizou na última terça-feira, dia 18, no Teatro da UFPE, a solenidade de juramento dos novos advogados e estagiários. A solenidade foi comandada pelo presidente da entidade, Henrique Mariano, e contou ainda com a presença do secretário-geral da OAB-PE, Pelópidas Soares Neto; dos conselheiros federais Jayme Asfora e Leonardo Accioly; dos conselheiros seccionais Frederico Preuss Duarte, Maurício Bezerra e Denivaldo dos Santos; do diretor-geral da ESA, Ronnie Duarte; do presidente da OAB de Limoeiro, Marconi Santana; e do presidente da Comissão Especial de Apoio aos Novos Advogados da OAB-PE, Gener Serralva.






A solenidade contou com a participação de 330 novos advogados e 110 estagiários. Para paraninfo da turma, foi escolhido o conselheiro seccional e ouvidor da OAB-PE, Frederico Preuss Duarte. Já o novo advogado Marcus Vinícius Gomes Gurgel foi nomeado o orador por ter tirado nota 10 no Exame de Ordem.

O presidente da OAB-PE, Henrique Mariano, deu as boas vindas aos advogados e ressaltou a importância da entidade não só para a advocacia, como também para toda a sociedade. Mariano ressaltou também a importância das recentes bandeiras empenhadas pela Ordem como a defesa da manutenção das prerrogativas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – alvo de uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) em tramitação no Supremo Tribunal Federal.







           O conselheiro federal da OAB-PE, Jayme Asfora, também deu as boas vindas    

Já o orador falou da sua vocação para a advocacia

              

Já o paraninfo da turma, o conselheiro Frederico Preuss Duarte afirmou ainda que “a OAB é a advogada da sociedade e de todos os advogados. É ela quem defende os interesses comum dos advogados perante os Tribunais, em busca de melhores condições para o exercício da advocacia e ilegalidades, além de sua finalidade prevista no artigo 44 do Estatuto da Advocacia e da OAB que é a de
defender a Constituição, a ordem jurídica do Estado democrático de direito”.

Duarte também defendeu a manutenção do Exame de Ordem. “No passado, existiam filtros antes da faculdade na qual somente ingressavam alunos com nível mínimo de capacidade aprovados em exames
vestibulares. Com a proliferação das faculdades - principalmente de Direito - as seleções não mais são rigorosas e pessoas antes excluídas do curso superior hoje são admitidas em várias faculdades. Com isso, o exame da ordem passou a ser, senão o único, o principal filtro para ingresso no mercado de trabalho”, ressaltou.







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