No Dia Internacional da Mulher, OAB-PE realiza desagravos em favor de advogadas, em Olinda

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01/03/2024

No Dia Internacional da Mulher, OAB-PE realiza desagravos em favor de advogadas, em Olinda

01/03/2024
No Dia Internacional da Mulher, OAB-PE realiza desagravos em favor de advogadas, em Olinda

Em mais um compromisso com a advocacia pernambucana e firme na defesa das prerrogativas, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Pernambuco (OAB-PE), promoverá, na próxima sexta-feira, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, ato de desagravo em favor das advogadas Daniele Zapparoli Sanches e Robertha Catharina Cavalcanti e Silva. No exercício da profissão, elas foram desrespeitadas, respectivamente, pelo juiz Roberto Freire Bastos e a juíza Patrícia Franco Trajano.

O presidente da OAB-PE, Fernando Ribeiro Lins, conduzirá o ato em defesa das prerrogativas da advocacia, que será realizado a partir das 10h, em frente a 3ª Vara do Trabalho de Olinda, localizada na Rodovia PE-15, Km 4.8, na Cidade Tabajara.

“A OAB Pernambuco seguirá forte na defesa intransigente das prerrogativas em nosso Estado. Através das prerrogativas, nós conseguimos executar o nosso múnus público de garantir a cidadania e defender a sociedade”, destacou o presidente Fernando Ribeiro Lins.

A mobilização em Olinda será acompanhada, ainda, por membros da diretoria e da Comissão de Defesa, Assistência e Prerrogativas (CDAP) da OAB-PE. Também deverão participar da programação, estudantes e profissionais da advocacia da cidade.

Vale lembrar que os desagravos públicos foram aprovados em sessão do Conselho Pleno da OAB-PE. As proposições foram baseadas nas ações das magistradas que ferem as prerrogativas contidas no Estatuto da Advocacia e da OAB.

A advogada Daniele Zapparoli, inscrita na OAB São Paulo, teve as suas prerrogativas violadas pelo juiz titular da 3° Vara do Trabalho de Olinda, Roberto Freire Bastos. Ela foi ofendida e chamada de “advogada pitbull”, bem como acusada de xenofobia, racismo e homofobia.

Já a advogada Robertha Catharina foi ofendida e chamada de mentirosa pela juíza do trabalho substituta da 3ª Vara do Trabalho de Olinda, Patrícia Franco Trajano, em face do seu exercício profissional.

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