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06/11/2026Em Brasília, OAB-PE marca presença na Conferência Internacional "Mulheres que Movem a Justiça"
06/11/2026
Reafirmando seu compromisso com a representatividade e o acesso à justiça para mulheres, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Pernambuco (OAB-PE), por meio da presidente da Comissão da Mulher Advogada (CMA), Roberta Sôuza, participou da Conferência Internacional "Mulheres que Movem a Justiça".
Realizado em Brasília (DF), de quarta-feira (4) até esta sexta-feira (6), o evento reuniu mulheres que são referência no sistema de justiça, nas instituições de Estado, na academia, na imprensa e na sociedade civil. Juntas, dialogaram sobre os caminhos para uma justiça mais igualitária no Brasil e no mundo. Durante os três dias de programação, o encontro promoveu discussões sobre o fortalecimento das políticas públicas de acesso à justiça para mulheres, considerando diferentes perspectivas, como segurança pública, economia, trabalho e emprego, tecnologia, meio ambiente, cultura e bem-viver.
Para a presidente da CMA da OAB-PE, Roberta Sôuza, participar de espaços como esse é fundamental para ampliar a atuação institucional e fortalecer a representatividade da advocacia pernambucana nas discussões que impactam os direitos das mulheres.
"Estar presente em uma conferência dessa dimensão, representando a OAB-PE, é uma oportunidade de levar a perspectiva da advocacia pernambucana, trocar experiências com mulheres que atuam em diferentes espaços e acompanhar de perto iniciativas que podem contribuir para o avanço das políticas públicas. A defesa dos direitos das mulheres exige diálogo, articulação e participação ativa das instituições. É também nesses espaços que fortalecemos nossa atuação e construímos caminhos para uma justiça cada vez mais igualitária", destacou a presidente da CMA.
A iniciativa também teve como propósito ampliar o diálogo entre as instituições e a sociedade, compartilhar boas práticas e construir recomendações voltadas ao aperfeiçoamento dos sistemas de justiça, à promoção dos direitos humanos e ao fortalecimento da democracia, tendo como prioridade a garantia dos direitos e a proteção da vida das mulheres.
