
Notícias
25/02/2011Corregedoria do TJPE capacita mais funcionários para uso do Malote Digital
25/02/2011
Fonte: Conselho Federal OAB
A Corregedoria Geral da Justiça (CGJ) continua investindo na informatização dos serviços cartorários no Estado. Nos dias 9, 10, 14 e 16 deste mês de fevereiro, funcionários das serventias extrajudiciais da Região Metropolitana receberam treinamento para a utilização do sistema Hermes-Malote Digital. No início de março, todos os cartórios de Registro Civil e de Imóveis dessa área já estarão fazendo uso do programa, o qual permite que a comunicação oficial entre a CGJ e as serventias pernambucanas seja feita por meio eletrônico.
Desde que foi implantado, em outubro do ano passado, o Malote Digital já passou a fazer parte da rotina dos 15 cartórios de Registro Civil da Capital, juntamente com os quatro de Imóveis. O juiz corregedor dos Cartórios da Capital, Sérgio Paulo Ribeiro, já sente as melhorias oferecidas pelo programa: “Agora temos um maior controle sobre o momento em que a informação foi visualizada pelo receptor. Além disso, podemos identificar com facilidade quem teve acesso a essa informação, pois tudo fica registrado no sistema”.
Estas comodidades, explica o magistrado, se refletem em economia de tempo e de dinheiro, já que antes da implantação do sistema, tudo era feito via correio postal. “Hoje monitoramos as informações, e sabemos com exatidão o dia e a hora em que foram visualizadas pelo usuário. Isto gera economia de tempo, pois podemos estipular prazos menores para o cumprimento dessas medidas. O que antes da implantação do malote levava até 15 dias para ser cumprido, hoje se concretiza num prazo médio de três dias”, exemplifica Sérgio Paulo.
A medida que regulamenta o uso do Malote Digital nos cartórios do Estado está descrita no provimento de número 31/2010. A iniciativa tomou como base a Resolução 100/2009 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que recomenda a utilização do meio eletrônico como ferramenta preferencial de comunicação entre os órgãos do Poder Judiciário. O corregedor geral da Justiça, desembargador Bartolomeu Bueno, aproveitou essa recomendação feita pelo CNJ e decidiu inseri-la também nas serventias extrajudiciais pernambucanas.
