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Novembro
2008
| Veículo:
Jornal do Commercio
Editoria/Coluna: Dia-a-Dia
Data: 29.11.2008 |
Jayme
Asfora confirma a presença de Marcelo Buzaglo
(Conselho do Meio Ambiente de SC) no Seminário
de Direito Ambiental que a OAB-PE realiza, sexta, na
Maurício de Nassau.
| Veículo:
Diario de Perenambuco
Editoria/Coluna: Vida Urbana
Data: 29.11.2008 |
» Exemplo
à sociedade
As decisões
do TJPE e o TRF5 provocam discussões para além
dos casos inéditos e raros publicados na imprensa.
São resultados que beneficiaram partes, mas não
um todo. São julgamentos de uma Justiça
que demonstra acompanhar as mudanças sociais,
enquanto o legislativo deixa lacunas. São exemplos
para quem quer tentar o mesmo direito, mas não
encontra apoio na família, na sociedade.
Para o presidente da
OAB em Pernambuco, Jayme Asfora, as duas decisões
são "históricas". Segundo ele,
os processos estão bem fundamentados e consistentes.
"O estado não tem legislação
que ampare essa questão dos benefícios
por morte para servidores homossexuais. E esse não
amparo é inconstitucional", observa Asfora.
"A OAB pretende apresentar, até o início
do próximo ano, junto com o Movimento Gay Leões
do Norte, uma minuta de legislação previdenciária
para esses servidores estaduais. Assim, com uma lei,
não seria necessário o cidadão
ir à Justiça. O Recife é pioneiro
nisso". A pensão para companheiros de servidores
homossexuais daPrefeitura da Cidade do Recife foi garantida
pela lei municipal nº 16.379, que criou a autarquia
previdenciária dos servidores do município,
a Reciprev, em 2001.
"Os dois resultados
são importantes. Mas eles comprovam que a Justiça
está fazendo o papel do Congresso, que deveria
discutir o problema e criar as leis", alerta o
presidente do Movimento Gay Leões do Norte, Wellington
Medeiros. "Quando esses casos chegam à Justiça,
ficam sujeitos ao que pensa o juiz, à moral dele,
à religião dele, por exemplo. O cidadão,
que já é discriminado na sociedade, se
sente mais inseguro de tentar o direito, porque não
sabe que vai conseguir ou não. Ou seja, sem lei,
o cidadão fica descoberto, por mais que existam
precedentes positivos".
| Veículo:
Diario de Perenambuco
Editoria/Coluna: Vida Urbana
Data: 26.11.2008 |
» Mulheres
contra a violência
Uma mulher
grávida de oito meses desaparecida. O caso da
corretora Taciana Barbosa, de 32 anos, é o retrato
mais cruel da violência
contra o gênero feminino. Ela teria sido assassinada
em maio passado, na primeira data que poderia comemorar
como mãe. O direito de exercer o papel mais representativo
da feminilidade lhe foi roubado. Lembrando o que aconteceu
com a corretora e com outras 267 mulheres assassinadas
neste ano em Pernambuco, uma espécie de varal
de pipas com os nomes das vítimas foi levado
por uma multidão que percorreu ontem o centro
do Recife para marcar o Dia Internacional de Combate
à Violência contra a Mulher.
Antes
da caminhada, por volta das 15h, com as pipas ainda
arrumadas na Praça do Diario, as entidades envolvidas
no evento discursaram sobre o tema e fizeram uma espécie
de audiência pública no local. Das entidades
governamentais convidadas para participar do encontro
que antecedeu a marcha, apenas a Coordenadoria da Mulherda
Prefeitura do Recife enviou uma representante. O Ministério
Público de Pernambuco (MPPE), a Ordem dos Advogados
do Brasil (OAB/PE) a Secretaria Estadual da Mulher,
a Coordenadoria da Mulher de Olinda e a Delegacia da
Mulher não participaram.
Como forma de protesto
pela ausência de representantes desses órgãos,
o Fórum de Mulheres de Pernambuco, que organizou
o evento, colocou mulheres com o rosto pintado e uma
interrogação na mão para ocupar
as cadeiras reservadas para cada entidade faltosa. A
audiência seguiu ainda assim. Sempre que alguma
mulher que participava do encontro fazia uma pergunta
direcionada para uma entidade que não havia mandado
representante, a resposta era uma grande interrogação.
Depois das perguntas
sem respostas foi a vez da coordenadora geral da Coordenadoria
de Recife, Juliana Cesar, escutar as questões
apresentadas pelas mulheres. Ela comentou sobre a importância
de participar do encontro. "Esse tipo de manifestação
é importante para avaliar nosso trabalho e descobrir
novos caminhos para evoluir na luta pelo fim da violência
contra a mulher", explicou.
Após a audiência,
as pipas foram erguidas em fileiras de varais carregadas
por mulheres vítimas de violência, parentes,
amigos e pessoas que defendem a causa, inclusive homens.
A mãe de Taciana Barbosa, Fátima Maria
Barbosa participou da caminhada que passou pela frente
do Palácio do Governo e terminou em frente ao
Tribunal de Justiça de Pernambuco, onde foram
reinvidicadas a melhoria das políticas públicas
em relação à mulher. "Estou
aqui porque sei o que é perder uma filha vítima
da violência. Tenho fé que a justiça
será feita e quero ajudar para que ninguém
passe pelo que eu passei", disse. A coordenadora
de pesquisa da SOS Corpo, Ana Paula Portella, acrescentou
que para diminuir o número de vítimas,
a Lei Maria da Penha deve ser cumprida integralmente.
Marta Telles
| Veículo:
Jornal do Commercio
Editoria/Coluna: Alex
Data: 25.11.2008 |
» Notas
A OAB-PE,
presidida por Jayme Asfora, passa por inovações
e boas reformas. Uma delas é a on-line com a
Escola Superior de Advocacia Ruy Antunes (ESA), aperfeiçoando
a realização de cursos, seminários
e outros eventos.
| Veículo:
Folha de Pernambuco
Editoria/Coluna: Foco
Data: 21.11.2008 |
» Exame
Vem dividindo
opiniões o projeto de lei do deputado Ribamar
Alves (PSB-MA), que exige exame para quem for ingressar
na profissão de médico, assim como na
OAB. Para aprofundar a questão, o presidente
da OAB Jayme Asfora e o deputado Edgar Moury (PMDB),
que é relator do projeto, acertam detalhes para
a realização de uma audiência pública,
com o intuito de ouvir a categoria sobre a iniciativa.
| Veículo:
Diario de Pernambuco
Editoria/Coluna: Diario Urbano
Data: 20.11.2008 |
» À
espera
O conselheiro
Federal Ricardo Correia aguarda posição
do Senado sobre parecer seu, substitutivo do projeto
de lei nº 06/2007, que institui a suspensão
dos prazos processuais de 20 de dezembro a 20 de janeiro,
período conhecido como férias forenses
ou férias de advogados. A aprovação
na OAB, é claro, foi por unanimidade.
| Veículo:
Diario de Pernambuco
Editoria/Coluna: Vida Urbana
Data: 18.11.2008 |
» Amepe
e OAB defendem punições
A divulgação
dos processos administrativos abertos contra os juízes
é aprovada pela Associação de Magistrados
de Pernambuco (Amepe) e pela Ordem dos Advogados do
Brasil/PE. Segundo o presidente estadual da OAB, Jayme
Asfora, o aumento da fiscalização à
atuação dos magistrados se reflete no
trabalho dos advogados e na rotina de todos os servidores
do Judiciário, que deixam de ter aquela imagem
de estabilidade eterna, tão comum no serviço
público. Além dos 38 juízes, 49
dos 3.649 servidores do Poder Judiciário respondem
a processos administrativos abertos no Recife em 2008.
Sete tabeliões (espécie de gerente dos
cartórios) foram demitidos este ano, por suspeitas
de sonegação e apropriação
indébita.
Só ontem, no
D.O, a Corregedoria publicou o afastamento de dois titulares
de cartórios em Petrolina e Santa Maria da Boa
Vista, ambos no Sertão, por não recolhimento
de tributos devidos ao TJPE. O rombo nos dois lugares
foi grande, chegando a quase R$ 200 mil. Dinheiro que
poderia ser investido na estrutura do Judiciário
e se refletir na qualidade dos serviços prestados
pelo Poder. Os dois cartórios não estavam
recolhendo ao Fundo Especial para o Registro Civil e
a Taxa de Serviço Notarial e de Registro.
Entusiasta das mudanças,
Jayme Asfora lembra que, só no primeiro semestre,
a arrecadação cresceu 68% com o aumento
da fiscalização nos cartórios.
O presidente da Amepe, Laiete Jatobá, faz um
alerta em defesa da classe, mas defende as medidas.
"Só acho necessário um cuidado especial,
porque, às vezes, as denúncias decorrem
de partes que querem desestabilizar os juízes
por causa de interesses contrariados".
| Veículo:
Folha de Pernambuco
Editoria/Coluna: Foco
Data: 18.11.2008 |
» Interessante
Os dados
da pesquisa realizada pelo Instituto Maurício
de Nassau sobre que pensam os advogados e estudantes
de Direito no Brasil. Cerca de 28% dos entrevistados
disseram que confiam mais na OAB do que no Judiciário
e no Ministério Público e 90% consideram
que existe influência política no Judiciário
.
| Veículo:
Diario de Pernambuco
Editoria/Coluna: João Alberto
Data: 17.11.2008 |
» Debate
A OAB
de Pernambuco vai organizar debate sobre Liberdade de
imprensa.
| Veículo:
Diario de Pernambuco
Editoria/Coluna: Interior
Data: 17.11.2008 |
» Um espaço
para orações no presídio de Caruaru
AGRESTE // Graças
às doações e ao trabalho dos próprios
detentos da unidade, a Penitenciária Juiz Plácido
de Souza ganhou uma capela Clécio
Silva
Espaço para todos
os credos foi inaugurado no último mês
de agosto/Divulgação.
Um ambiente
espiritual, com espaço para todos os credos e
que oferece terapias e oficinas. Difícil associar
o lugar a um presídio, local que reúne
pessoas que cometeram os mais diversos tipos de crime.
Mas é justamente através desse centro
ecumênico que a Penitenciária Juiz Plácido
de Souza, em Caruaru, no Agreste pernambucano, promove
mudanças no comportamento de quem está
atrás das grades e torna-se referência.
A construção da capela ecumênica,
inaugurada em agosto passado, já ganhou repercussão
pelos resultados que os reeducandos vêm apresentando.
Para
o pastor Armando Amâncio da Silva, 52, preso há
seis anos, o templo é mais que um sonho concretizado.
"Estou realizado porque aqui é a casa do
Senhor", diz o detento. Armando ministra os cultos,
contribui com a organização administrativa
do local e representa com suas palavras o sentimento
de muitos outros que estão cumprindo pena no
local. "Nós agora temos um espaço
para pensar nos errosque cometemos lá fora, para
refletir e não voltar a praticá-los",
destaca.
A capela, aliás,
foi uma conquista dos próprios detentos, erguida
com o "suor" deles. Foram três meses
de construção. Tijolo por tijolo. E são
eles também os responsáveis pela manutenção
do local, um espaço amplo, com 180 metros quadrados
e capacidade para comportar 150 pessoas sentadas. E
que além dos cultos, é usada para a realização
de atividades pedagógicas na unidade prisional.
"O espaço
surge como mais um mecanismo de ressocialização
e cidadania. Eles se unem, fazem a limpeza e se organizam
para fazer os serviços. Há encontros ecumênicos
diários, realizamos terapias para viciados em
drogas e aulas na capela. Já houve até
um casamento", adianta a diretora do presídio,
Cirlene Rocha. A obra dispõe de uma área
de recepção, salão de culto, altar,
secretaria, sala de aconselhamento individual e sanitários.
Os recursos para a construção da capela
foram doados pelos grupos de trabalho, os próprios
reeducandos, familiares e colaboradores de entidades
religiosas. O valor das doações é
estimado em R$ 17 mil.
Estrutura - A Penitenciária
Juiz Plácido de Souza tem capacidade para 98
detentos, mas abriga hoje 690 pessoas distribuidas em
41 celas e quatro pavilhões. "Mesmo com
o déficit estrutural, a penitenciária
é considerada símbolo de organização
e disciplina. Não há ainda uma situação
ideal, mas é boa em comparação
com os demais presídios. Os detentos são
ouvidos pela direção e até confeccionam
produtos artesanais", afirma o presidente da Ordem
dos Advogados do Brasil (OAB) subsecção
Caruaru, Saulo Amazonas.
» De quebra,
um novo parlatório
Sensibilizados
com a situação da Penitenciária
de Juiz Plácido de Souza, integrantes da Ordem
dos Advogados do Brasil Subsecção Caruaru,
arrecadaram verba para restaurar o parlatório
do local. Conhecido como o espaço com divisórias,
o parlatório é dedicado ao atendimento
dos advogados com os clientes detentos. A reestruturação
modificou o cenário do presídio e recebe
elogios dos usuários. O local recebeu o nome
do jurista caruaruense Nicanor Souto Maior, advogado
criminal que atuou na Capital do Agreste. A inauguração
ocorreu junto com a capela e a obra foi viabilizada
através de uma parceria entre a penitenciária
e a OAB/Caruaru.
Todos os diretores e
conselheiros da ordem contribuíram com doações
para a reforma e os detentos foram os responsáveis
pela mão-de-obra. "Nós adotamos o
parlatório da Penitenciária Juiz Plácido
de Souza. Antes, não existia uma adequação
para os advogados trabalharem. Fizemos uma reforma,
tiramos a divisória de plástico e colocamos
telefones nas cabines para facilitar o contato entreas
partes. Ainda pintamos todo o ambiente, colocamos cadeiras
novas e sinalizações", explica o
presidente da OAB/Caruaru, Saulo Amazonas, afirmando
que a iniciativa foi inédita no município.
A mobilização
da Ordem dos Advogados do Brasil em Caruaru foi elogiada
pela chefe da penitenciária, Cirlene Rocha. "Essa
atitude é muito importante, pois mostra preocupação
com as causas da população. A parceria
vem dando certo", comenta Cirlene Rocha.
Caroline Pellegrino
// Especial para o Diario (carolsbnc@hotmail.com).
| Veículo:
Diario de Pernambuco
Editoria/Coluna: Diario Urbano
Data: 14.11.2008 |
» Médicos
na peneira
No exame
da Ordem dos Advogados do Brasil, passaporte para o
exercício da profissão, os candidatos
costumam suar em bicas antes mesmo do dia da prova,
cujo rigor se traduz no alto nível de reprovação.
Queimar neurônios também faz parte do processo,
porque há que se revisitar praticamente o conteúdo
do curso inteiro, com olhos bem arregalados para questões
contemporâneas, o que exige do futuro advogado
antenas bem ligadas com a atualidade. A mesma idéia
aplicada aos médicos já ronda a Câmara
Federal. Projeto do deputado Ribamar Alves (PSB-MA)
propõe que candidatos a ingressar no mundo dos
estetoscópios e bisturis passem pela mesma peneira,
a partir de uma prova aplicada no Conselho Federal de
Medicina. O motivo seria a baixa qualidade do ensino,
acentuada pela proliferação de cursos
superiores, alguns, inclusive, com todas as características
de haver nascido apenas para caçar níquel
de pessoas que sonham em chegar à profissão
pelo caminho mais fácil. A matéria é
para lá de polêmica e o relator do PL,
Edgar Moury (PMDB-PE), sabe disso - mesmo assim, caiu
de simpatias pela idéia, embora queira ouvir
o que pensam os mais interessados no assunto: a categoria,
universidades, o Cremepe e o Sindicato dos Médicos
de Pernambuco. Ultimamente, Moury vem conversando com
o presidente da OAB-PE, Jayme Asfora, para ver se juntos
conseguem marcar uma audiência pública
no Recife, onde a proposta poderá ser aprofundada.
Ao longo do debate, no entanto, o evento pode perder
o nome de audiência pública e ganhar o
de duelo, mas o deputado não deverá ser
pego de calças curtas, pois diz que está
consciente do possível desconforto produzido
pelo assunto. Por enquanto, a fase é apenas de
escolha das armas.
| Veículo:
Diario de Pernambuco
Editoria/Coluna: Diario Político
Data: 14.11.2008 |
» Janela
O presidente
da OAB-PE, Jayme Asfora, se junta às críticas
do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) contra a "janela
de 30 dias", defendida pelo governo federal para
troca de partidos sem punição. Para Asfora,
"é uma vergonha que o governo seja co-autor
dessa proposta e faça coro às vozes do
Congresso que querem afrontar a decisão do TSE
e do STF".
| Veículo:
Folha de Pernambuco
Editoria/Coluna: Folha da Cidade
Data: 12.11.2008 |
» Na luta
pela inclusão I
A nossa
Folha publicou, no último domingo, matéria
em que a Superintendência Estadual de Apoio à
Pessoa com deficiência Física anuncia que,
até outubro passado, apenas 301 portadores de
deficiência física estavam empregadas nas
empresas com mais de cem funcionários na Região
Metropolitana do Recife. A Lei 8.112/90 e o Decreto
3.298/99 prevêem vagas para eles e a questão
vem sendo debatida. Se por um lado, as 570 firmas enquadradas
no perfil estivessem cumprindo a lei que exige cota
média de 2% , mais gente estaria empregada. Mas,
muitas empresas alegam que os candidatos não
atingem as ofertas existentes, por não preencherem
o perfil adequado. E é baseada nas dificuldades
dos deficientes e das empresas, que surgiu o Projeto
de Lei 274/2007, de autoria do deputado Cláudio
Diaz (PSDB-PE), que permitiria às empresas trocarem
as vagas para os portadores de deficiência física
por bolsas de estudo, levando a estes maior preparo
em diversos segmentos. O pernambucano Edgar Moury (PMDB-PE),
relator do projeto na Comissão de Trabalho, de
Administração e Serviço Público
da Câmara, deu parecer favorável e a matéria
encontra-se em fase de tramitação .
» Inclusão
II
“Sugeri
audiência pública para aprofundar a questão”,
afirma Edgar Moury, lembrando que o presidente Jayme
Asfora, da OAB-PE , o procurou para realizar, em breve,
audiência pública no Recife. O projeto
de Cláudio Diaz corrigirá distorções
na oferta de empregos e falta de perfil adequado. Mas,
a intenção é uma só: ajudar
a categoria que já é por demais descriminada”,
diz Edgar Moury.
| Veículo:
Diário de Pernambuco
Editoria/Coluna: Diário Urbano
Data: 08.11.2008 |
» Ajuda
A OAB-PE
se movimenta para tentar incluir a Lei Maria da Penha
entre as questões que farão parte dos
exames da Ordem. Também usará em suas
correspondências o selo dos Correios lançado
quinta-feira em alusão ao tema. Quer a lei na
ponta da língua das mulheres e na cabeça
dos pernambucanos.
| Veículo:
Jornal do Commercio
Editoria/Coluna: Repórter JC
Data: 08.11.2008 |
» OAB quer
mudar atendimento aos detentos
Maurício
Bezerra, da Comissão de Prerrogativas da OAB,
enviará ofício ao Tribunal de Justiça
pedindo mudanças na Vara de Execuções
Penais.
| Veículo:
Jornal do Commercio
Editoria/Coluna: JC nas Ruas
Data: 08.11.2008 |
» Justiça
1
Lentidão
no atendimento e até desaparecimento de processos
dados como existentes, mas que não constam no
sistema. Foi o que o presidente da Comissão de
Defesa e Assistência da OAB, Maurício Bezerra,
encontrou na I Vara de Execuções Penais.
» Justiça
2
Na avaliação
de Bezerra, a precariedade dos serviços tem prejudicado
presos que aguardam avaliação para progressão
de regime. Segunda-feira, ele encaminha ofício
ao Tribunal de Justiça, relatando as irregularidades
e pedindo providências.
| Veículo:
Diário de Pernambuco
Editoria/Coluna: Diário Urbano
Data: 09.11.2008 |
» Desmantelo
O presidente
da Comissão de Defesa, Assistência e Prerrogativas
da OAB/PE, Maurício Bezerra, não gostou
nada, nada do que viu na visita que fez à I Vara
de Execuções Penais da Capital (Fórum
do Recife). Constatou de lentidão no atendimento
(reclamada pelos advogados), até desaparecimento
de processo que constam como existentes no sistema,
mas não nos arquivos.
» Providências
Com base
no que viu de errado, Bezerra deve encaminhar ofício
ao Tribunal de Justiça de Pernambuco, nesta segunda-feira,
relatando as dificuldades ao desembargador Jones Figueiredo,
junto com pedido de providências urgentes.
| Veículo:
Jornal do Commercio
Editoria/Coluna: Economia
Data: 07.11.2008 |
» VIOLÊNCIA
CONTRA MULHER - Maria da Penha critica a ausência
de políticas
Cearense que deu
nome à lei que pune agressores de mulheres destaca
que, apesar dos avanços, as autoridades ainda
não sabem lidar com denúncias de violência
doméstica nem amparar as vítimas.
A Ordem
dos Advogados do Brasil/Seccional Pernambuco e a Empresa
Brasileira de Correios e Telégrafos lançaram
ontem um selo especial em comemoração
aos dois anos de vigência da Lei Maria da Penha.
A biofarmacêutica cearense Maria da Penha Maia
Fernandes, cuja luta pela punição do ex-marido
inspirou a lei 11.340/06, esteve presente ao evento.
Ela se mostrou animada com os avanços obtidos
após o endurecimento da legislação
contra os agressores de mulheres, mas foi incisiva ao
criticar a falta de preparo das autoridades para lidar
com casos de violência doméstica. “Casos
como esse ocorrido em Itamaracá não podem
continuar se repetindo”, disse a biofarmacêutica.
Ela estava se referindo ao assassinato de Ananda do
Ó, 19 anos, ocorrido na última terça-feira.
A jovem procurou a polícia para denunciar o ex-companheiro,
mas acabou executada no dia em que compareceu à
delegacia para levar testemunhas das ameaças
que vinha sofrendo.
“A
cada 15 segundos, uma mulher é espancada no Brasil.
Temos uma legislação dura contra a violência
doméstica, mas ainda precisamos de mais divulgação
da lei e, sobretudo, de uma melhor preparação
do Estado para receber as denúncias e amparar
as mulheres agredidas”, avaliou Maria da Penha.
A biofarmacêutica
sofreu duas tentativas de homicídio por parte
do então marido, Marcos Antônio Heredia
Viveros. Na última, sobreviveu, mas ficou paraplégica.
O acusado só veio a ser julgado quase 20 anos
depois, quando o Brasil foi condenado pela Comissão
Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), da Organização
dos Estados Americanos (OEA), pela omissão, tolerância
e impunidade nos casos de violência contra as
mulheres.
“Os Correios criaram
os selos comemorativos para registrar eventos marcantes
e aumentar a divulgação em torno de fatos
notórios na sociedade brasileira. Ficamos muito
felizes em celebrar essa parceria com a OAB e poder
destacar um fato tão importante quanto o segundo
aniversário da Lei Maria da Penha”, frisou
o diretor regional dos Correios, Pedro Mota.
O presidente da OAB,
Jayme Asfora, disse que este ano 231 mulheres já
foram assassinadas em Pernambuco e que a maioria dos
casos está relacionado com a violência
doméstica. De acordo com Jayme Asfora, a edição
do selo abre novo espaço para que a Lei Maria
da Penha se torne cada dia mais conhecida.
“As pessoas precisam
saber que a lei não foi feita para punir os homens
e sim para proteger as mulheres. Acreditamos que no
nível local tivemos avanços, mas ainda
precisamos evoluir muito para fortalecer os direitos
femininos”, concluiu Jayme Asfora.
A partir de hoje, todas
as correspondências da OAB/PE irão utilizar
o selo em comemoração aos dois anos de
vigência da Lei Maria da Penha.
| Veículo:
Diário de Pernambuco
Editoria/Coluna: Diário Urbano
Data: 05.11.2008 |
» Maria,
Maria
Uma verdadeira
comitiva acompanha a visita da mulher que inspirou a
Lei Maria da Penha à Faculdade Maurício
de Nassau, amanhã, às 9h. A Maria mais
famosa do Brasil, nos últimos dois anos, foi
convidada para o lançamento da campanha Paz pela
paz e estará na companhia, entre outros, do presidente
da OAB-PE, Jayme Asfora e do presidente do TJPE, desembargador
Jones Figueiredo.
| Veículo:
Diário de Pernambuco
Editoria/Coluna: Diário Urbano
Data: 02.11.2008 |
» Troca
Ultimamente,
uma das preocupações do presidente da
OAB-PE, Jayme Asfora, é acompanhar projeto em
tramitação na Câmara dos Deputados
que trata da troca de vagas em empresas para pessoas
com deficiência por bolsas de estudo. O pernambucano
Edgar Moury, relator do projeto, já deu parecer
favorável.
| Veículo:
Folha de Pernambuco
Editoria/Coluna: Política
Data: 02.11.2008 |
» Iniciativa
dos governistas recebe críticas
Do outro
lado do “barco”, saem em defesa do Poder
Judiciário os federais oposicionistas - representando
os partidos que mais perderam com as mudanças
partidárias - e entidades da sociedade civil
organizada. “A resistência da Câmara
é apenas a reafirmação do comportamento
reprovável que ela costuma ter. Não me
surpreendi com isso. O que eles estão fazendo
é uma coisa absurda do ponto de vista jurídico
e, além disso, é imoral”, rebateu
o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PE),
Jayme Asfora. “Acho que o STF vai anular essa
decisão da Câmara”, projetou Asfora,
esquentando ainda mais o clima entre os dois poderes.
Vice-líder do
DEM, relator do projeto sobre a Reforma Política
e suplente da CCJ, o deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO)
assistiu “de camarote” aos seus pares aprovando
o relatório favorável a Brito Neto. “Nunca
vi nada igual a isso. Eles descumpriram uma decisão
judicial. O que eu sempre ouvi, em toda a minha vida,
é que decisão judicial não se discute,
cumpre. É um desrespeito ao TSE”, asseverou.
Conforme Caiado, há
uma conotação política nesse caso.
“Os governistas querem evitar que o DEM venha
a ocupar a vaga do deputado infiel. PT e associados
querem derrubar essa resolução para continuar
fazendo o Mensalão, comprando os votos dos parlamentares
e induzindo a mudar de sigla”, atacou. De acordo
com o democrata, seu partido já enviou uma reclamação
ao STF para que o órgão se posicione a
respeito do “descumprimento” da Câmara.
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