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Março 2008
| Veículo:
Folha de Pernambuco
Editoria/Coluna: Foco
Data: 31.03.2008 |
O advogado pernambucano
Pedro Henrique Reynaldo Alves, conselheiro federal da
OAB, passa a atuar diretamente no acompanhamento de
trabalhos do Congresso Nacional, em Brasília.
Atuará em comissões de interesse da advocacia,
a convite do presidente da Ordem, César Brito.
| Veículo:
Jornal do commercio
Editoria/Coluna: Cena Política
Data: 31.03.2008 |
Críticas
1
O presidente da OAB-PE,
Jayme Asfora, repudiou a afirmação feita
pelo assessor da Secretaria de Defesa Social, Joaquim
Netto, que, em debate na sexta-feira, disse que, "às
vezes, era melhor falar com bandidos do que com alguns
jornalistas".
Críticas
2
"Quando lembramos
os 40 anos da entrada em vigor do AI-5, a posição
de Netto tem um caráter antidemocrático",
afirma Jayme Asfora. "Os seus superiores deveriam
se posicionar sobre tal afirmação",
avalia o presidente da OAB.
| Veículo:
Jornal do Cormécio
Editoria/Coluna: Repórter JC
Data: 29.03.2008 |
» OAB
REVÊ ANOS DE CHUMBO
Jayme Asfora (foto) realiza
dia 1º, às 19h, debate sobre o combate a
ditadura feito pela OAB, com os ex-presidentes Joaquim
Correia, José Neves, Otávio Lobo, Dorany
Sampaio e Fernando Coelho.
| Veículo:
Jornal do Commercio
Editoria/Coluna: Economia
Data: 23.03.2008 |
» CONTAS
PÚBLICAS III
OAB se articula contra o descaso
O A Ordem dos Advogados
do Brasil (OAB) entrou definitivamente na briga contra
o não-pagamento dos precatórios. Movidos
pela participação dos advogados nas inúmeras
ações que tramitam contra os três
níveis de poder em todo o País - federal,
estadual e municipal - a Ordem articula um estudo sobre
os passivos existentes, principalmente nos Estados,
para acioná-los na Justiça contra a falta
de regularidade dos pagamentos das dívidas geradas
por ações. A entidade tem hoje um grupo
voltado só para essa questão. A Comissão
Especial de Defesa dos Credores Públicos articula
para o próximo dia 8 de abril uma movimentação
em Brasília para protestar contra o descaso com
relação às dívidas.
O presidente da comissão, Orestes Muniz, ressalta
que uma das grandes dificuldades em torno do assunto
é a falta de poder coercitivo do próprio
Judiciário sobre os governos. "Os Estados
e municípios simplesmente ignoram as decisões.
A última estimativa que fizemos sobre o montante
devido nos entes da federação –
dados de 2006 – foi de R$ 61 bilhões. Dentro
de dois meses, teremos um panorama geral da situação
e vamos poder tomar uma medida. Os governos ficam com
o argumento de que as dívidas são impagáveis
e pronto", reclama Muniz, integrante da Ordem do
Rio Grande do Sul.
A ação
fiscalizatória da Ordem nesse caso dos precatórios
vai observar também se os entes federativos estão,
ao menos, cumprindo com a inclusão de tais débitos
nos orçamentos, como manda Constituição.
Outro mote para a mobilização
dos defensores privados é a tramitação
no Senado da PEC 12 que versa sobre alterações
nas regras no pagamento de tais débitos. Segundo
Muniz, as medidas "pregam" o calote. "Entre
as determinações está a de limitar
em 3% da receita corrente líquida dos Estados
e municípios para a quitação de
tais débitos, independentemente do valor dos
precatórios existentes no ano". O coro é
seguido pelas OABs estaduais. O coordenador da Comissão
de Assuntos Tributários da OAB/PE, Gustavo Ventura,
reforça que a PEC não deve ser aceita.
A PEC 12 tramita na Casa
desde 2006 e é de autoria do senador peemedebista
Renan Calheiros. Ela terminou recebendo as contribuições
de outras seis apresentadas no Senado. Agora está
na fase de relatoria, sob a responsabilidade do senador
Valdir Raupp (PMDB). A medida defende, além da
limitação de 3% da receita dos Estados
e da União e 1% dos municípios para tal
pagamento, a instituição de leilões
desses títulos a fim de reduzir o valor de face
pago pelo ente público.
O presidente da
Comissão de Constituição e Justiça
(CCJ), senador Marco Maciel (DEM), diz que um novo relatório
está sendo produzido. "Alguns pontos ainda
precisam ser discutidos, como de quem será a
preferência no pagamento".
| Veículo:
Jornal do Commercio
Editoria/Coluna: Dia a Dia
Data: 22.03.2008 |
Assediadíssimo
O conselheiro federal
da OAB-PE Pedro Henrique Reynaldo Alves foi convidado
para integrar a diretoria da Seccional PE mas declinou.
Motivo: foi convocado pelo presidente nacional da OAB,
Cézar Britto, para acompanhar projetos de lei
da advocacia em tramitação no Congresso
Nacional e para discutir reformulações
nas eleições do quinto constitucional.
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